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Risco de morte após a febre chikungunya continua por até 84 dias

Cresce o número de pessoas  com Aedes aegypti. Foto: Jcomp/Freepik

Cresce o número de pessoas com Aedes aegypti. Foto: Jcomp/Freepik

Risco de morte após a febre chikungunya continua por até 84 dias, diz Fiocruz

Segundo a instituição, pessoas que possuem doenças crônicas correm mais risco de ter a

Data de publicação: 20 de Fevereiro de 2024, 04:30h

Em meio à epidemia de dengue e ao aumento de casos por febre chikungunya, um estudo realizado pela Fiocruz Bahia indica que há risco de morte de pessoas infectadas pelo vírus por até três meses após o início dos sintomas da doença — além da fase aguda da doença, sendo os primeiros 14 dias.

Segundo a Fiocruz, o estudo comparou o risco de morte de pessoas infectadas com pessoas que não tiveram a doença. As pessoas infectadas tiveram um risco 8,4 vezes maior de morte do que as pessoas não infectadas entre 1 e 7 dias. Já entre 57 e 84 dias, o risco diminuiu para 2,26 vezes maior que as pessoas sem a doença. Após esse período, não houve diferença significativa no risco de morte entre os grupos expostos e não expostos.

Também foram analisados os dados de 1.933 pessoas que tiveram a doença do vírus chikungunya e morreram em um tempo médio de 294 dias — menos de um ano. Dos casos por morte natural, o risco foi maior entre o primeiro e o sétimo dia do início dos sintomas da doença pelo vírus, com um risco de 8,75 vezes maior em comparação com outros períodos, diminuindo para 1,59 entre 57 e 84 dias.

De acordo com o pesquisador Thiago Cerqueira, o primeiro autor do estudo, o levantamento apresentou evidências sobre o risco aumentado de mortalidade natural e de morte associado com outras doenças crônicas.

“A gente não consegue dizer exatamente o porquê que está tendo esse aumento. A gente consegue mostrar que tem um aumento. Mas na literatura, vem sendo pressuposto que tem um desbalanço com as pessoas que têm com comorbidades prévias, então você tem uma descompensação das comorbidades. Então, quem tem diabete acaba tendo um descontrolo glicêmico — e isso acaba prejudicando a doença e pode levar a óbito. Ou também se as infecções podem causar mais um desbalanço no sistema de coagulação e predispor a eventos cardiovasculares”, explica.

Conforme os pesquisadores, em um cenário com 100 mil pessoas doentes por chikungunya, é esperado cerca de 170 mortes a mais nos primeiros 84 dias do que em um contexto sem a doença. O pesquisador da Fiocruz Bahia ainda reforça a necessidade de os profissionais de saúde acompanharem de perto os infectados por chikungunya.

“Em termos de profissional de saúde, quando se vê um caso de chikungunya, lembrar que pode ter essa duplicação a longo prazo. Não é só os primeiros 14 dias que tem que estar atentos. Então, tem que ter esse olhar mais atento ao paciente, tanto com o chikungunya quanto com o dengue, que eles podem ter complicação depois que passa a fase aguda da doença”, destaca.

O estudo utilizou dados da do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), do Sistema Nacional de Informação sobre Doenças de Notificação Notificável (Sinan) e Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Ao todo, foram avaliados 143.787 casos de doenças causadas pelo vírus da chikungunya entre o período de 1ª de janeiro de 2015 a  31 de dezembro de 2018.

Chikungunya no Brasil

De acordo com o Ministério da Saúde, até a sexta semana epidemiológica de 2024, o Brasil já registrou 32.483 casos prováveis da doença. O número é 18,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, (26.493). Também foram confirmadas 4 mortes pela doença e 34 estão sob investigação.

Segundo o médico infectologista Daniel Pompetti, embora a dengue, zika chikungunya sejam arboviroses transmitidas pelo mesmo mosquito — Aedes aegypti — e possuem sintomas similares, há algumas diferenças que ajudam a diferenciar uma para a outra.

“No caso da chikungunya, esta apresenta no início, de forma súbita, febre alta. Porém, diferente da dengue, que pode durar até 7 dias, na chikungunya o período febril pode ser um pouquinho mais curto. Uma diferença importante da chikungunya é a artralgia, ou seja, a dor nas articulações, que pode ser bem intensa e pode estar acompanhada de inflamação chamada de artrite — e que em alguns casos, ela pode permanecer no tempo e se transformar em sequela. Assim como na dengue, na infecção por chikungunya o paciente pode apresentar dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares menos intensas que na dengue. O paciente pode ter também vermelhidão no corpo e fadiga”, explica.

O infectologista destaca que não existem antivirais específicos para tratamento a chikungunya. Ele explica como é realizado o tratamento contra a doença.

“Infelizmente, até o momento não há um medicamento antiviral específico para chikungunya. Então, a terapia utilizada é sintomática, ou seja, tratamento dos sintomas específicos, que seria principalmente manejo da dor e hidratação. Inicialmente, na fase aguda da doença, é importante incentivar a hidratação oral dos pacientes. Já no manejo da dor é recomendado o uso de paracetamol ou dipirona. É importante destacar que por se tratar de uma doença viral, o uso de antibióticos não está indicado e muitas vezes, devido ao envolvimento de dores crônicas articulares com esta doença, os pacientes podem precisar de fisioterapia”, completa.

Prevenção

De acordo com o médico infectologista, o mais importante para prevenir a doença é evitar os criadouros dos mosquitos que podem transmitir a doença. Isso previne não só a transmissão de chikungunya, como também de dengue e Zika.

“No que respeita a vigilância em saúde, é importante manter e alimentar os sistemas de informações de arboviroses, com o objetivo de gerar indicadores epidemiológicos para orientar ações de prevenção e controle. Além do aprimoramento da vigilância e do controle do vetor, que nesse caso é o mosquito. É importante também a identificação de locais de reprodução de mosquito e de áreas com maior número de casos, para assim orientar ações de prevenção para a população e intensificar as ações de visita domiciliar. E é necessário ressaltar a importância da eliminação de água armazenada, que pode se tornar criadouro — e o uso também de repelentes adequados para diminuir a chance de picada pelo mosquito”, ressalta.

Reportagem, Landara Lima

Colaboração de postagem: Simone Meireles

Empresário Nanan Premiações promete festa inesquecível em Valença

Empresário do ramo de rifas online, Nanan Premiações, como é conhecido em toda Bahia, prometeu fazer uma festa inesquecível na cidade de Valença-BA.

O motivo? O município tem sido considerado pé-quente, já que nos últimos 15 dias, ganhadores foram contemplados com mais de R$4 milhões em prêmios. Entre eles, carros de luxo, lanchas, jet-Ski, milhões em dinheiro e muitas cotas premiadas também saindo para os valencianos. E para comemorar, o empresário prometeu uma grande festa com artistas renomados, a exemplo do cantor Tayrone já confirmado e também ações sociais, incluindo a entrega de 10 toneladas de alimentos para a população. Na ocasião será feita a entrega de prêmios a mais um ganhador.

Segundo informações, a festa acontecerá nesta quarta-feira, dia 21 de fevereiro, a partir das 17h na praça da Bandeira, no bairro do Tento. Como diz o próprio Nanan: ” Tem que respeitar!”

 

Por Pretta Passos

Terceira vítima de dengue morre no estado

 

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Foto: Severino Silva/ Agência O Dia/Estadão Conteúdo

A terceira morte por dengue este ano no estado foi confirmada pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), nesta segunda-feira (19). De acordo com informações da pasta, foram notificados 8.674 casos prováveis da doença entre 31 de dezembro de 2023 e 18 de fevereiro de 2024.

Duas mortes foram registradas no município de Jacaraci, entre elas uma criança de 5 anos, no dia 8 de fevereiro. A terceira morte foi registrada em Ipirá, mas a data não foi informada.

No momento, 23 municípios baianos estão em epidemia da doença, segundo levantamento feito no Sistema de Notificação de Agravos e Notificações (Sinan).

São eles: Anagé; Belo Campo Bonito; Botuporã; Brejões; Condeúba; Encruzilhada; Feira da Mata; Ibiassucê; Ibicoara; Ibitiara; Igaporã; Ipia; Iramaia; Irecê; Jacaraci; Matina; Morro do Chapéu; Mortugaba; Novo Horizonte; Piripá; Rodelas e Vitória da Conquista.

De acordo com o Sinan, as cidades de Piripá, Jacaraci, Bonito, Morro do Chapéu, Encruzilhada, Mortugaba, Novo Horizonte, Ibiassucê, Brejões e Botuporã, todas no sudoeste do estado, são as com maior número de Coeficiência de Incidência (CI) de dengue.

Com informações do Bahia.ba

Por Pretta Passos

 

O Festival de Morro de São Paulo que aconteceria nos dias 15, 16 e 17, teve seu último dia cancelado.

 

Devido às fortes chuvas, apresentações de Luiz Caldas e Filhos de Jorge são canceladas no Festival de Morro de São Paulo.

A medida foi tomada para garantir a segurança de quem foi à ilha e, com isso, apresentações como Luiz Caldas e Filhos de Jorge foram suspensa.

Os dias 15 e 16 foram de muita animação na Segunda Praia com o público curtindo atrações como Dayane Félix, Afrocidade, Cheiro de Amor, Batifum, Negra Cor e Jau. No sábado, o cantor Degê fez a abertura do que seria o último dia do Festival antes de ser anunciada a suspensão do mesmo.

 

Por Madger William

Pedido de Vereador movimenta atuação do MP sobre Crefisa

Crefisa em Valença na Bahia.
Foto web

Na atuação enérgica do Verador Isaías Nascto, a financeira Crefisa na Cidade de Valença na Bahia, recebe mais uma notificação do Ministério Público.

O MP determinou que a mesma se adeque a respeitar a Lai dos 15 minutos, esperamos que dessa vez ela atenda aos reclames.

A demora no atendimento, provoca assim a formação de fila muito grande, onde as pessoas ficam do lado de fora do estabelecimento, com o risco de acidentes, já que a localização da financeira é bem próximo a um cruzamento do trânsito muito movimentado.

Continuaremos acompanhando essa situação, sempre em prol do bem da comunidade.

Comunicador Jorge Araújo é desligado da Record Bahia

O repórter Jorge Araújo foi desligado da Record Bahia nesta sexta-feira (16). A informação foi confirmada pelo próprio jornalista ao Bahia Notícias, que não deu mais detalhes sobre a demissão.

 

Jorge, que retornou a antiga casa em março de 2023 após um período na TV Aratu, ficou conhecido pela irreverência em tela.  Na web, o jornalista desabafou sobre a situação.

“Eu tenho passado por muitas situações, mas assim, eu sou um cara do bem, sou um cara h, sou um cara batalhador, como qualquer pessoa que tem aí e eu tenho certeza que vai dar certo. Faz parte, rapaz, vocês não sabem de nada. Mas eu vou seguir esse caminho, não tem ninguem, nada, e quando você tá com o povo, o povo lhe abraça, gosta de você, não tem nada e é isso.”

 

Por: Ivan Costa

Jovem de 23 anos morre atropelada enquanto ajudava a empurrar carro quebrado em estrada na BA

Uma jovem de 23 anos morreu após ser atropelada em Miguel Calmon, no norte da Bahia. Segundo a família da vítima, o acidente aconteceu na noite de terça-feira (12), quando o carro em que ela e três amigas estavam quebrou em uma estrada vicinal. Paloma Barbosa Lima e duas amigas desceram do veículo para empurrar o carro. O objetivo era “dar um tranco”, ou seja, fazer o carro voltar a funcionar. Para isso, uma pessoa costuma ficar ao volante, enquanto as outras empurram o veículo. A vítima teria se abaixado para amarrar o sapato, quando o carro voltou a funcionar e ela foi atropelada.

Paloma foi levada para o hospital público da cidade, mas não resistiu e morreu na quarta-feira (14). Ela deixou um filho de cinco anos.

Por: Ivan Costa

Ponte Doutor José Franco (Ponte da CVI) o perigo tão nitido, porém parece invisível

Não bastasse os perigos espalhados por toda a Cidade de Valença na Bahia, quanto a infraestrutura, com muitos buracos, falta de sinalização para conter os possíveis acidentes, temos a ponte Doutor José Franco (Ponte da CVI) que há muito não recebe manutenção.

Ponte Doutor José Franco (Ponte da CVI)

 

A população pergunta de quem é a responsabilidade por tratar dessas reformas? Que esfera de Governo deve atender a esse pedido de muito tempo?

Valença é costurada por três pontes, as quis não passam por manutenção já faz um bom tempo, porém a Ponte Doutor José Franco (Ponte da CVI) é a que mostra mais urgência, com um afundamento bem acentuado em grande parte de sua extensão.

Ponte Doutor José Franco (Ponte da CVI)

 

Enquanto nada se faz, o trânsito flui pela Ponte que é uma válvula de escape importante no trânsito de cidade, esse que passa por grandes desafios, expondo a todos aos  perigos por vez deixados de lado.

Perguntas vitais que precisam urgentemente de respostas, a população merece e tem direito às informações e resoluções dos problemas em sua cidade.

Por: Simone Meireles

Fotos: Redação

 

 

 

Se vacilar, em breve Valença será a cidade da banana

Quem anda pelas ruas de Valença, conhecida como cidade do buracos, ainda se impressiona com o abandono referente a infraestrutura.

O programa Ligação Direta que vai ao ar todos os dias pela Valença Fm 101.9, das 17h às 19h, recebe diariamente reclamações de ruas esburacadas, sem calçamento, com obras sem finalização e sem sinalização. A impressão é que passou um terremoto pela cidade e que o gestor e a secretaria competente fecham os olhos na tentativa de fingir que os problemas não existem.

Na Praça Conselheiro Baltazar, rua do colégio Perspectiva, assim como em muitas outras ruas do município, os moradores estão sinalizando os buracos e crateras com folhas de bananeiras, cones, pedaços de pau, pneus e outros objetos, tentando chamar atenção da gestão para a resolução do problema. O questionamento que fica é o seguinte: Será que o IPTU que você paga garante o progresso que você quer ver?

Por Pretta Passos

Valença: “Tudo como dantes no quartel de Abrantes”

O caos do trânsito na cidade de Valença permanece na mesma, sem alteração. Logo nas primeiras horas desta quarta- feira de cinzas, quem precisou passar pela sinaleira da Rua Marquês de Herval passou por um verdadeiro sufoco. Não bastasse o problema da falta de sincronização das sinaleiras instaladas recentemente, o que causa um verdadeiro engarrafamento nas vias, o problema da falta de sinalização continua causando transtornos.

A imagem abaixo traduz perfeitamente a falta de vontade da gestão em resolver um problema de muitos anos e que parece simples a resolução. O fluxo do local e a rua estreita,  já não permitem a passagem de veículos grandes, mas o setor responsável insiste em não resolver a situação. Além da demora na passagem da sinaleira, o condutor tem que esperar mais de 15 minutos, mesmo com o sinal verde liberado, pra seguir direto na via.

Aliado a todos esses problemas o risco de acidente no local é grande, já que o passeio é utilizado por carros para fazer manobras e pedestres se espremendo na estreita rua para não serem atingidos. No momento do registro, não havia ninguém do setor de trânsito no local.

Por Pretta Passos