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Reconhecimento Facial auxiliará ações preventivas na festa de Iemanjá

 

Amplamente utilizado em festas populares, o Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública apoiará as forças da Segurança, na tradicional festa de Iemanjá, no dia 2 de fevereiro, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador.

A tecnologia, empregada no Carnaval de Salvador, na Micareta de Feira de Santana e na Lavagem do Bonfim, entre outros eventos, vai monitorar a presença de foragidos da Justiça e contribuir com a tranquilidade de turistas e baianos.

Em caso de alerta que detecte semelhança com índice acima de 90%, equipes do Centro Integrado de Comunicações (Cicom), da Secretaria de Segurança Pública, acionarão as guarnições mais próximas ao local onde se encontra o suspeito. Os policiais militares usarão rádios transceptores da tecnologia LTE (Long Term Evolution), possibilitando o recebimento de imagens com mais rapidez.

Da Redação>Figueirêdo

Lula defende “moeda comum” e que BNDES financie gasoduto na Argentina

Na Argentina, presidente Lula disse que projeto da moeda comum deve ser construído com “muito debate” e defendeu financiamento do BNDES

Presidentes Lula e Alberto Fernández, respectivamente do Brasil e Argentina, conversam em reunião bilateral em salão da Casa Rosada, sede do governo argentino - Metrópoles

 

Buenos Aires e Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta segunda-feira (23/1), em Buenos Aires, a criação de uma “moeda comum” para transações comerciais entre Brasil e Argentina. O petista ponderou, no entanto, que o instrumento precisa ser construído com “muito debate”.

O mandatário brasileiro lembrou que Brasil e Argentina chegaram a ter uma “experiência” parecida em 2008, quando brasileiros e argentinos puderam fazer transações comerciais pagando em suas respectivas moedas. O petista admitiu, porém, que o modelo não deu certo.

BNDES

Lula também defendeu o financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) a obras em outros países, incluindo o gasoduto que levará xisto de Vacamuerta, na Argentina, ao Brasil. “Vamos criar as condições para fazer o financiamento que a gente puder fazer para ajudar no gasoduto argentino”, disse.

O presidente brasileiro lembrou que tinha “orgulho” de quando o BNDES tinha mais recursos para financiar obras num país da América do Sul. “Porque é isso que os países maiores têm que auxiliar os países que têm menos condições em determinados momentos históricos”, declarou.

BNDES vai voltar a financiar

Mais tarde, em discurso a empresários, ainda na Casa Rosada, Lula foi ainda mais enfático e afirmou que o “BNDES vai voltar a financiar as relações comerciais do Brasil e vai voltar a financiar projetos de engenharia, para ajudar empresas brasilerias no exterior e para ajudar que países vizinhos possam crescer”.

O petista lembrou que, na crise econômica mundial de 2008, quando era presidente da República, o BNDES evitou que a economia brasileira quebrasse. Segundo ele, o banco de fomento emprestou cerca de R$ 500 bilhões, que ajudaram a “alavancar a economia brasileira”.

Metrópoles>Figueirêdo

Defesa prepara recurso para soltura de Daniel Alves em Barcelona

Jogador mudou de cela na manhã de segunda, após três noites no módulo de entrada

 

Daniel Alves em treinamento com a seleção brasileira – Lucas Figueiredo – 16.nov.22/CBF

 

A advogada espanhola de Daniel Alves, Miraida Puente Wilson, redigiu um recurso em que pede a liberdade provisória do jogador. A expectativa era que o documento fosse entregue à Justiça espanhola ainda nesta segunda-feira (23). Alves é acusado de estuprar uma jovem de 23 anos em uma boate de Barcelona no dia 31 de dezembro. Ele nega.

A informação foi passada à Folha pela equipe do jogador, que não deu detalhes a respeito das argumentações do recurso. A equipe nega que Alves tenha solicitado a oportunidade de dar novo depoimento à Justiça e também que tenha trocado de advogado na Espanha.

Em entrevista concedida à TV Record, Ney Alves, irmão de Daniel, disse preferir o advogado Andrés Marhuenda Martínez. Ney repetiu suas opiniões em um programa da rede espanhola Telecinco. Mas, segundo a assessoria do brasileiro, os irmãos não se falam há anos e Ney não tem nenhum poder de decisão.

Da Redação > Figueirêdo

Medrado leva Holyfield ao presidente Fernando Henrique Cardoso

Da esquerda para a direita, deputado federal, Marcos Medrado; ao centro Reginaldo Holyfield e à direita Pelé, ministro do Esporte do governo FHC -foto divugação – janeiro de 1996

 

Desde que assumiu o primeiro mandato como deputado estadual em 1986, campeão de votos naquela eleição, na época filiado ao então PMDB, que Marcos Medrado tem dedicado seus mandatos em retribuir à comunidade que tenha votado nele ou não, ações em benefícios da sociedade civil. Por aí já se vão 37 anos.

Tendo uma amizade bastante próxima com o então ministro do Esporte, Pelé, no primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso – 1995 – 2001, o deputado federal, Marcos Medrado, atendeu  pedido do também amigo  baiano Boxer Reginaldo Holyfield, que desejava  solicitar, pessoalmente, a FHC um apoio efetivo à esse esporte que ele representava.

Assim aconteceu. Medrado acionou o amigo Pelé, ministro do Esporte, e Holyfield foi atendido por FHC que deu uma injeção de ânimos ao boxer baiano.

Morador do bairro da Massaranduba, periferia de Salvador, Holyfield, assim como Medrado, conhecem o abandono das crianças e adolescentes e desde àquela época, juntos, sonhavam que o governo federal apoiasse abertura de academias para treinar esses jovens para que fossem retirados do caminho do tráfico.

Ao longo da sua carreira Reginaldo Holyfield conquistou nada menos que seis títulos brasileiros, quatro sul-americanos, seis latinos, um hispânico e dois mundiais pela Federação Mundial de Boxe (FMB).

Hoje, o caminho é mais desafiador ainda e  esses jovens precisam de ações efetivas para vencer essa tragédia que o crime organizado. Do anonimato, tanto Medrado quanto Holyfield fizeram a sua parte.

Da Redação

Por Alberval Figueirêdo > Jornalista

Tragédia Yanomami: Lula exonera 10 coordenadores de saúde indígena

Em meio à crise humanitária, o governo prometeu acelerar o recrutamento de médicos para distritos indígenas

 

imagem colorida do presidente Lula em Roraima - Metrópoles

Em meio à crise humanitária relacionada ao povo Yanomami, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exonerou, nesta segunda-feira (23/1), 10 coordenadores de saúde indígena do Ministério da Saúde. As demissões foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

Os servidores foram destituídos dos cargos em Roraima – região visitada por Lula no meio da semana –, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso e Amazonas.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 500 crianças Yanomami morreram por desnutrição. A situação trágica levou o atual governo a decretar estado de Emergência em Saúde de Importância Nacional (Espin) no território.

“Genocídio” e “crime premeditado”

Após visitar o povo indígena em Roraima, no sábado (21/1), Lula afirmou que o abandono dos Yanomami pela gestão de Jair Bolsonaro (PL) é “um crime premeditado” e um “genocídio”.

Mais médicos

Em resposta à necessidade de esforços para combater a tragédia no povo Yanomami, o Ministério da Saúde anunciou no domingo (22/1) que, por causa da falta de assistência sanitária para a população do território Yanomami, estuda acelerar um edital do Programa Mais Médicos a fim de recrutar profissionais para atuação nos Distritos Sanitários Indígenas (Dsei).

Segundo a pasta, o recrutamento seria de médicos formados tanto no Brasil quanto no exterior, e a atuação seria de maneira permanente, inclusive no Dsei Yanomami, onde quase 100 crianças morreram no ano passado, segundo o Ministério dos Povos Indígenas.

Da Redação>Figueirêdo

Vetos de Bolsonaro tornam mais difícil a punição de golpistas

Substituta da Lei de Segurança Nacional, a Lei do Estado Democrático de Direito foi sancionada com cinco vetos

Jair Bolsonaro (PL) foi presidente da República entre 2019 e 2022

Jair Bolsonaro (PL) foi presidente da República entre 2019 e 2022 – 

Em vigor desde 2021, a Lei do Estado Democrático de Direito, que substituiu a Lei de Segurança Nacional, teve sua abrangência reduzida por conta de vetos do na época presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).

Militares e parlamentares golpistas, por exemplo, não receberão punições que estavam previstas no texto original, que contava com acréscimo da pena de um terço para agentes públicos e metade para militares em casos de crimes contra a democracia.

Também estava previsto no texto original, em caso de crimes contra a democracia, a perda da patente de militares e cargo ou função de agentes públicos. Em 8 de janeiro, atos golpistas em Brasília terminaram com a prisão de 300 pessoas em flagrante e a detenção de 1500 pessoas que estavam em acampamento na frente do quartel-general do Exército e que não aceitavam a vitória eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Um militar [envolvido na invasão] provou o não comprometimento com as instituições democráticas, assim como o funcionário público”, disse o professor de direito constitucional da PUC-SP, Georges Abboud, em entrevista ao jornal Folha e S. Paulo.

“Claro, podem haver processos administrativos, mas é um caminho mais complicado. Com aplicação da lei penal, seria uma sanção muito mais condizente com a gravidade da conduta”, completou Abboud.

Da Redação>Figueirêdo

Governo do Estado garante pagamento do piso nacional dos professores na Bahia

Estado paga aos profissionais da educação R$ 1,041 bilhão em precatórios do Fundefv

Em reunião realizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, o governador Jerônimo Rodrigues garantiu que a Bahia vai pagar o piso nacional dos professores, definido pelo Governo Federal em R$ 4.420,55. A lei do piso estabelece para 2023 uma correção de 14,95% em relação ao piso anterior.

“Estávamos aguardando a definição do governo federal em relação ao percentual do reajuste e agora estamos nos debruçando sobre o cenário macroeconômico que, os especialistas dizem, será de crise, para garantir o pagamento do piso, conhecendo o impacto no orçamento estadual”, afirmou o governador após a reunião.

Participaram do encontro, no sábado (21), as secretarias estaduais da Educação (SEC); da Administração (SAEB); da Fazenda (SEFAZ); do Planejamento (Seplan), além da Casa Civil e da Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Os estudos inicialmente tratarão sobre a previsão orçamentária de 2023, análise das receitas e por fim viabilizar as condições para o atendimento do percentual estabelecido. “Estamos na fase inicial. Vamos dialogar com a categoria assim que a equipe econômica tiver os números. Vamos cumprir nosso compromisso, que é inclusive um compromisso de campanha e alinhado com o governo Lula”, pontuou Jerônimo.

Secom>BA>Figueirêdo

Rui veta técnico do governo Bolsonaro como número 2 do Ministério de Minas e Energia

Lula ressuscita PAC e Rui Costa vira 'pai' do programa que projetou Dilma | Exame

Ministro-chefe da Casa Civil Rui Costa (PT)

A Casa Civil vetou o nome de Bruno Eustáquio para secretaria-executiva do Ministério de Minas e Energia (MME), informa o jornal O Estado de S. Paulo. O veto vem dias após o ministro da pasta, Alexandre Silveira (PSD), negar publicamente qualquer resistência do Planalto ao nome.

Na ocasião, Silveira disse que Eustáquio, que trabalhou na estruturação da privatização da Eletrobras, era um “grande técnico” e, portanto, um “bom nome” para a pasta. Segundo o Estadão, a decisão de barrar a indicação partiu do próprio ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), e de sua secretária-executiva, Miriam Belchior (PT). As resistências vinham dificultando a formação do segundo escalão do MME.

Eustáquio ocupou cargos de relevância no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Foi secretário-executivo adjunto do próprio MME e, depois, migrou para a pasta da Infraestrutura, onde também foi secretário-executivo. Além de atuar na preparação do processo de privatização da Eletrobras, foi membro do Conselho de Administração da antiga estatal.

Pelo histórico recente, a possível permanência do técnico no alto escalão do MME no novo governo do PT sofreu intensa resistência do movimento sindical e de organizações sociais voltadas ao setor elétrico nas últimas semanas.

Há 10 dias, a “Plataforma Operária e Camponesa de Água e Energia”, coletivo que reúne 43 entidades da sociedade da civil organizada como movimentos sociais, sindicatos e federações, enviou carta ao ministro da Secretaria de Relações Institucionais pedindo o veto a Eustáquio.

O documento pontua que a confirmação da indicação causaria “decepção” nos movimentos populares porque as “concepções e prática políticas” de Eustáquio seriam contrárias ao programa de governo eleito em outubro do ano passado.

Silveira agora terá de buscar outro quadro para sua estrutura de comando. Na semana passada, quando elogiou Eustáquio, disse que havia outros dois nomes em análise, mas não citou nomes.

Da Redação> Figueiredo

Novas demissões de servidores da Presidência da República

O Palácio do Planalto

O Palácio do Planalto Daniel Marenco/Agência O Globo

As demissões de funcionários que trabalham no entorno de Lula seguem a todo vapor.

O Diário Oficial de hoje está publicando a exoneração de onze pessoas que serviam na assessoria especial da Presidência e outras duas que estavam lotadas no gabinete especial da Presidência da República.

Esses locais, por enquanto, ficaram com mesas e cadeiras vazias: apenas uma funcionária foi nomeada.

Da Redação>Figueirêdo

Dino prorroga pela segunda vez uso de Força Nacional para proteger a Esplanada dos Ministérios

As sedes dos Poderes depredadas por vândalos golpistas

As sedes dos Poderes depredadas por vândalos golpistas Cristiano Mariz/Agência O Globo

 

O ministro Flávio Dino a prorrogou, pela segunda vez, o uso da Força Nacional de Segurança Pública para a proteção da Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes.

Apesar de não haver qualquer movimentação golpista programada, muito menos acampamentos defronte a quartéis, o ministro da Justiça optou pela precaução.

De acordo com uma portaria publicada no Diário Oficial de hoje, foi autorizada “a prorrogação do uso das Força Nacional para auxiliar na proteção da ordem pública e do patrimônio público e privado entre a rodoviária de Brasília e a Praça dos Três Poderes” até o dia 2 de fevereiro.

​​​​​​​A Força Nacional está atuando em Brasília desde o dia 7, véspera do ato golpista.

Da Redação>Figueirêdo